Perdoe e siga em frente. Uma mensagem de reflexão sobre ser espada e escudo

Raquel, enciumada por não poder ter filhos, disse a Jacó: “Dê-me filhos ou morrerei”. Ou então deite-se com a minha serva Bila para que tenha filhos em meu lugar e por meio dela formarmos uma família. Costume da época, Bila engravidou e o primeiro filho foi denominado de Dã, o segundo filho foi denominado de Naftali.

José, filho do patriarca Jacó e de Raquel, nasceu em Padã-Arã. Era filho predileto de seu pai, por ter nascido na sua velhice e por Raquel ter sido tida como infértil. Raquel engravidou pelos poderes de Deus e disse: “Deus tirou de mim a minha humilhação”. Raquel foi mãe de José e Benjamin.

Raquel morreu de parto, morrendo deu o nome ao nascituro de Benoni que significa filho da minha aflição e que o pai denominou de Benjamim que significa filho da mão direita. Ela foi sepultada em um caminho perto de Belém.

A família de Jacó se permitiu ser contaminada pela inveja e pelo ciúme e a família de Jacó estava dividida.

Num dia quente, José, com dezessete anos, pastoreava ovelhas com os irmãos, filhos de Bila e Zilpa, esposas de seu pai, relatou que teve um sonho, ao contar o conteúdo (Gênesis 37.6–8) a seus irmãos, foi odiado ainda mais. Em outro sonho (Gênesis 37.9) contou para os irmãos e ao pai e foi repreendido por este (Gênesis 37.9–11).

Como de costume, Jacó ordenou a José: vá ver se tudo está tudo correndo bem com seus irmãos e com os rebanhos e traga-me notícias. Encontrou-os perto de Dotã e os irmãos planejaram matá-lo (Gênesis 37:19,20) jogando-o num poço.

O irmão Ruben interviu: “Não lhe tiremos a vida”. Queria resgatá-lo e levá-lo ao pai. O irmão Judá disse: “Que ganharemos se matarmos nosso irmão e escondermos o sangue?” Então concordaram em vendê-lo aos mercadores ismaelitas. Tiraram José do poço e venderam-no por vinte moedas de prata. José foi levado para o Egito e vendido a Potifar, oficial do faraó e capitão da guarda.

O patrão agradou-se tanto de José que confiou o cuidado da sua casa e a administração de seus bens. José era atraente e de boa aparência. A mulher de Potifar o assediou, se insinuando, o convidou: “Venha, deite-se comigo”. Ele não se deixou tentar e cair na tentação. Foi fiel ao resistir aos desejos sexuais de mulher de Potifar. A mulher por vingança, atormentou Potifar sobre o escravo José de maneira mentirosa, pois nada havia acontecido.

Potifar indignou-se e o lançou na terrível prisão. Mas Potifar não acreditou piamente na história da mulher, ficou na dúvida, pois tinha muita confiança no seu escravo e achava que não era capaz de semelhante desonra.

José sofreu na prisão, mas ainda assim era exemplar e cuidava dos detalhes. Ele também interpretava sonhos. O único que adorava o Deus Criador e vivia sua fé. O povo recorria ao faraó que era considerado um deus pelo povo egípcio.

O faraó (Apopi I) mandou chamar José que estava no calabouço e disse-lhe: tive dois sonhos que ninguém conseguiu interpretar, contou-lhe os sonhos (Gênesis 41. 25–32) e (Gênesis 41.17–21). Ouvi falar que você e capaz de interpretar qualquer sonho.

A interpretação dos sonhos satisfez ao faraó pois era um plano sábio, inteligente e planejado. Os conselheiros aprovaram. Então o faraó enfatizou: não há ninguém mais criterioso e sábio como você, portanto, será o comandante do meu palácio e todo o povo obedecerá as suas orientações.

José com a aprovação do faraó foi Governador do Egito, (ver Gênesis 41–43).

José tinha trinta anos de idade quando começou a servir ao faraó, rei do Egito. Casou-se com uma egípcia de nome Azanete, filha de Potifera, com quem teve dois filhos Manassés e Efraim. Conciliou vários problemas religiosos e prosperou a todos.

Ele tomou certas atitudes que o ajudaram: manteve a sua integridade respeitando a todos, especialmente a Deus; manteve a disciplina e a autoridade; fiel à responsabilidade de seu cargo; usou o seu poder e influência com moderação e compaixão, não perseguiu ninguém que lhe fizera mal; proporcionou harmonia e conciliação; manteve o seu plano de recuperação da economia do Egito entre outras ações.

Os irmãos de José, fugindo da seca, foram ao Egito pedir trigo ao Governador, e somente depois, José revelou a seus irmãos: Eu sou José aquele que vocês venderam ao Egito. Meu pai ainda está vivo? A notícia chegou ao palácio e o faraó e seus conselheiros se alegraram (ver Gênesis 44. 1–33).

Por determinação de José e aprovação do faraó, Jacó, seus irmãos e toda a família mudaram-se para o Egito e se estabeleceu em Gósen. José emocionou-se ao ver o pai, abraçou-o e chorou. Disse-lhe Israel (Jacó); “Agora já posso morrer, pois vi novamente o seu rosto e sei que você está vivo meu filho José, abençoado por Deus”.

José permaneceu no Egito, com toda a família de seu pai. Viveu cento e dez anos. Depois de embalsamado foi colocado num sarcófago no Egito.

:: Adaptado do texto bíblico de Gênesis e da resenha de Antônio Novais Torres.

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Paz e bem.

Álex Cavalcante

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Empresário, fundador e CEO do Grupo PRODUZA, publicitário, multiartista, neuropsicobiomédico clínico da saúde.

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Álex Cavalcante

Álex Cavalcante

Empresário, fundador e CEO do Grupo PRODUZA, publicitário, multiartista, neuropsicobiomédico clínico da saúde.

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